12 junho 2017

Por que conservar alimentos?

Como já vimos aqui no blog, um dos aspectos mais importantes para garantir o sucesso de vendas e reputação da sua empresa é a conservação correta dos seus produtos, para que eles atendam corretamente aos anseios dos seus clientes.

Quando falamos do setor de alimentos, o cuidado com esse fator tem que ser ainda maior, pois a conservação dos produtos está intrinsecamente ligada à sua qualidade e ao fator desperdício. Sobre este último, sabemos que, desde sempre, o homem sabe da importância de se economizar comida, tanto para estoque quanto para distribuição para o maior número de pessoas possível em um determinado espaço de tempo.

A conservação adequada evita a proliferação de bactérias, fungos e outros micro-organismos nocivos para consumo humano, além de conservar o alto valor nutricional dos alimentos. O aumento no rigor da conservação dos alimentos na sua empresa não só evitará doenças alimentares, como também prolongará o “tempo de prateleira” de um produto.

O que acontece quando seus produtos perdem a qualidade?

No pior dos casos, a sua equipe não perceberá que os alimentos estão impróprios para o consumo. E o que pode acontecer?

1) Seus clientes serão prejudicados, podendo passar mal ou ficarem doentes.

2) Os mesmos clientes associarão esse mal estar à sua marca, deixando de consumir e de indica-la para outras pessoas.

Se os alimentos não forem colocados à venda, significa que eles serão jogados fora. De qualquer forma, a má conservação dos alimentos significa que você perderá dinheiro e esforços.

E como podemos, de forma prática, garantir com que esses alimentos fiquem conservados na sua empresa?

Pela temperatura:

Os micro-organismos serão atacados diretamente se conservados por temperaturas extremas, sejam elas quentes ou frias.

A pasteurização, por exemplo, é um dos métodos que usamos diariamente: no ato de cozinhar os alimentos, eles se mantém conservados por mais tempos que os produtos crus. A conservação do leite é um ótimo exemplo desse método.

O resfriamento e o congelamento também são métodos comuns para conservar alimentos, e provavelmente você os utiliza dentro do seu negócio. Esses métodos também são eficientes para inibir a proliferação de enzimas e micro-organismos que prejudiquem os seus produtos.

No resfriamento, as temperaturas dos equipamentos onde os alimentos são guardados têm temperaturas acima de 0°C. Já no congelamento – método mais eficaz se a intenção for conservar os alimentos por mais tempo – as temperaturas ficam entre -10℃ e -30℃.

Pelo uso de aditivos alimentares:

São adicionadas substâncias químicas conservantes ou antioxidantes aos alimentos, na intenção de impedir o desenvolvimento de micro-organismos ou de evitar a sua alteração. Vale ressaltar que essa técnica também é usada para realçar o sabor, cor ou aroma dos alimentos. Um exemplo de alimento que usa essa técnica é o presunto curado.

Por desidratação:

Utilizado desde a pré-história, e um dos processos mais simples de conservação. Consiste em diminuir a quantidade de água do alimento e depois adicionar sal a ele. Esse processo é muito comum na conservação de grãos.

Conclusão

Vimos, no texto, que a má conservação de alimentos é ruim para os seus clientes, para a reputação da sua marca e, também, para o seu bolso.

Quem coordena qualquer tipo de negócio sabe que investir em planejamento nunca é demais – dessa forma, economizamos tempo e dinheiro. Já pensou em investir em tecnologias que irão te ajudar a economizar e a melhorar a qualidade dos seus produtos? Fale com um de nossos especialistas!

planilha controle de temperatura

h

Guilherme Ribeiro

Especialista em Internet das Coisas para Varejo